Mega Artesanal 2013: Galeria de fotos

COMO O post anterior virou quase uma Ilíada, eu não consegui colocar nele todas as fotos que tirei na Mega 2013. Portanto, nesse post, economizarei nos comentários e capricharei na quantidade de imagens:

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Entrada do espaço “Terra dos Sonhos”, do Peter Paiva

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Detalhe fofo do espaço Peter Paiva: você podia escrever seus sonhos nas paredes. Eu, tão preocupada em não perder nenhum detalhe, acabei esquecendo de anotar o meu. E tome mais uma coincidência (na postagem anterior eu comentei sobre a outra) : tanto lugar pra tirar a foto, tantas mensagens escritas e eu tirei logo do pedacinho em que está a mensagem da minha amiga Lê Bottaro. Eita! trem doido sô.

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Um Barco Pirata cheio de tesouros: só podia ser coisa do Peter Paiva.

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Nas fotos acima, artesanatos do Brasil. Um mais lindo que o outro.

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Casa da Mega: a ordem do dia é reutilizar.

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Acima, mais um pouco do mundo encantado do Peter Paiva

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Neste espaço havia vários layouts para festas. Alguns fofos, outros nem tanto.

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O estande da Make, da Rita Paiva estava subdividido em setores. Amei o de jardinagem. E o melhor é que estava tudo à venda.

Bem, como eu comentei AQUI, esperava mais da Mega. Como foi a minha primeira visita ao evento, não tenho como dizer se foi pior ou melhor que as outras edições. O que posso afirmar é que, por tudo que já tinha ouvido contar e visto por aí, em sites e revistas, achei que seria o máximo. Acabei voltando antes do que previ e sem nenhuma vontade de repetir a dose no ano que vem.

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Mega Artesanal 2013: Eu fui

Desde 2012, quando comecei a trabalhar com artesanato e tomei conhecimento dos eventos mais importantes do setor, a Mega Artesanal se transformou no meu sonho de consumo. Naquele ano, apesar de morar em uma cidade não muito distante de são Paulo, onde a feira acontece, não pude comparecer à Mega devido ao acúmulo de trabalho, mas deixei anotadinha na agenda a próxima edição do evento.

E o grande dia finalmente chegou. Uma semana antes, eu já estava eufórica, louca para anunciar em todas as redes sociais que eu iria, mas morrendo de medo que algo desse errado e, na última hora, a viagem não acontecesse. Assim, conversei, timidamente, com algumas amigas mais próximas, com quem, feliz da vida, trocava informações. Ao longo da semana (eu iria à feira no sábado), fui recebendo notícias de quem tinha ido e nem todas eram muito boas, o que, ainda assim, não abalava minhas grandiosas expectativas a respeito do evento.

E lá fomos nós, eu e o marido (que não era, digamos, o mais animado dos companheiros nessa hora) rumo ao Centro de Exposições Imigrantes, achando-me muito esperta por ter decidido ir depois do almoço para evitar possíveis filas (sobre as quais eu já tinha sido, previamente, informada…rs). Apesar do preço alto (R$30,00), os estacionamentos já estavam abarrotados, mas o marido acabou convencendo o guardador de carros a nos deixar estacionar no espaço reservado para os expositores, que, por sinal, estava praticamente vazio.  Não escapamos da fila para comprar os ingressos, de qualquer modo. Mas, pelo menos, não ficamos torrando ao sol, do lado de fora do complexo, como deve ter acontecido com quem chegou lá pela hora de abertura do evento, ou seja, às 11h.

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 Fazia um tempo realmente agradável em São Paulo. Há muito que eu não sabia o que era sentir o calorzinho gostoso do sol (aqui no Sul de Minas só tem feito é muito frio) e nem me importei em ficar um ‘cadinho do lado de fora.

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Havia a possibilidade de comprar os ingressos com antecedência pelo site oficial da feira, mas acabei esquecendo de providenciar esse detalhe e tivemos que pegar uma filinha básica para comprar na bilheteria. Achei que ganharia uma credencial bacaninha ou um mapinha do lugar, como aconteceu em outras feiras que já visitei, mas não tinha não. Apenas o ingresso, o que considerei uma pequena falha dos organizadores. Além do mais, como vocês podem notar, havia pouquíssimos atendentes na bilheteria o que deixava o processo de compra dos ingressos um pouco demorado.

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A primeira impressão que tive, quando comecei a explorar o lugar, foi de que havia uma espécie de desânimo dominando os expositores. Cansaço, talvez. O fato é que aquilo já me deixou um pouco decepcionada. Afinal, era sábado, era a Mega Artesanal, era o evento pelo qual eu havia esperado um ano inteirinho. O atendimento dado, em grande parte dos estandes, era curto e grosso. Sem muito entusiasmo. Também esperava que as empresas tivessem caprichado mais na decoração, o que não aconteceu. Com exceção de um ou outro espaço, tudo estava tão sem gracinha, tão sem encanto, tão sem fofura. O mesmo do mesmo. Pouquíssimas novidades. Até o marido percebeu.

E os preços dos materiais? tudo muito caro. Pensei que conseguiria fazer bons negócios por lá, mas não me animei a trazer nada. E olha que tinha uma lista de material em vista. Fiquei muito interessada, por exemplo, pela tesoura com serrilha anti-deslizante e outras ferramentas de corte da OLFA. Mas, a demonstradora do estande pareceu tão pouco interessada em nos mostrar as funcionalidades dos instrumentos e em nos indicar onde podíamos comprá-los, que desisti de esperar pela sua boa vontade e eu mesma saí para procurar. Novamente esbarrei no preço. Gente, até os picolés estavam com valor inflacionado na Feira.

Para não falar que não me entusiasmei com nada, eu gostei demais do espaço chamado “Divulgação do Artesanato Brasileiro”, onde pudemos apreciar trabalhos de artesãos de vários lugares do país. Atenção especial eu dediquei ao artesanato mineiro, goiano e pernambucano (que amo). Bem em frente, no estande da SUTACO, o marido não resistiu e trouxe pra casa um banquinho esculpido em madeira, em formato de pirarucu (eu acho) feito por um artesão lá de Ubatuba (SP). Fiquei apaixonada por um revisteiro em ferro e palha, mas acabei desistindo de trazê-lo no último instante. E olha que até precisava de um…haja lugar para guardar tanta revista Make.

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 Gente, olha que coincidência, uma das primeiras fotos que fiz no evento foi dessa casinha de papelão, obra de dois artesãos de Uberaba (MG). Quando joguei a imagem no Facebook, descobri que os criadores eram parentes (irmão e cunhada) de uma amiga arteira, a Rosane Araújo. Eita! mundo pequeno…

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As figuras em barro, esse material tão rústico e ao mesmo tempo tão frágil, moldado com maestria em forma de arte comovente. Fiquei encantada com cada trabalho que eu descobria escondidinho em meio a tantos outros.

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 No estande de divulgação do artesanato brasileiro foi possível ver de pertinho peças que fizeram parte dos cenários do programa Sr. Brasil (que eu amo, por sinal). Tudo muito lindo. A cara do Brasil.

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Outro espaço que mereceu muitos créditos foi o do Peter Paiva (fotos abaixo). Apesar de não ser o meu ramo (ele é um verdadeiro artista da saboaria artesanal), reservei um tempinho extra para curtir sua “terra dos sonhos”. E não é que ele realmente mergulhou na fantasia e encantou o público presente? Além dos produtos temáticos, como as conchas recheadas de pérolas e os bauzinhos de tesouro (tudo de sabonete) eu fiquei apaixonada (ainda mais) pelas frutas, que, de tão perfeitas, pareciam mesmo prontas para serem saboreadas: cores, texturas (gente, como é que ele consegue deixar o sabonete macio, com a mesma textura da fruta?) e aromas incríveis, com destaque para os cachinhos de uva. Impossível resistir a eles.

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A Casa da Mega também era um evento à parte. Queria muito ter entrado para conferir bem de pertinho cada detalhe, mas a fila para visitação estava muito grande e eu preferi gastar meu tempo conferindo outros espaços. Mas, claro, como não sou boba, dei aquela espiadinha pelo buraco da fechadura, pelas janelas, por qualquer buraquinho à vista.

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Por incrível que pareça, eu tirei as fotos da Casa Mega através das janelas de vidro (a fila para entrar estava imensa). Ficaram boas né?

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 A temática usada na decoração da Casa Mega desta edição teve uma pegada Upcycling –  isto é, o movimento de transformar de objetos descartados ou sem utilidade em algo novo e útil. E não é que o resultado ficou mesmo fabuloso?

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Senti falta de novidades no quesito artesanato em feltro. O que vi por lá foi mais do mesmo. Algumas coisas muito bem produzidas, outras nem tanto. De scrap e patch vi bastante coisa bonita, mas como não são muito a minha “praia”, acabei esquecendo de fazer fotos pra vocês que curtem essas técnicas. Perdoem-me.

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 Achei uma fofura o layout da festa “UP” (as duas fotos acima), criado pela artesã Nilmara Quintela, do blog Diário de uma Silhouette. Acho que muitas de vocês já devem ter visto a decoração no Face e no Pinterest. De pertinho, é ainda mais linda.

O espaço da querida Rita Paiva, da Make era outro que estava uma graça. Repleto de frescurinhas de encher os olhos:

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Antes que este post se torne infinito, deixo o meu carinho especial para as amigas arteiras que participaram do evento e capricharam nos “trabalhindos”. Mas, preciso confessar que, por um momentozinho, eu cheguei a pensar se não teria feito melhor negócio gastando o dinheiro e o tempo que investi na feira indo à 25 de março para renovar meu estoque.

Beijos!

Amanda Paz – Funny Amandita